quarta-feira, 14 de outubro de 2026

VACINA PNEUMOCÓCICA 20-VALENTE DISPONÍVEL PARA PESSOAS COM 85 ANOS OU MAIS


 A Secretaria de Saúde amplia a vacinação contra doenças pneumocócicas e reforça o cuidado com a saúde da população idosa. 

📍 A vacina já está disponível nas Unidades de Saúde da Família (USFs) para pessoas com 85 anos ou mais, sem necessidade de prescrição médica.

✅ Para se vacinar, é necessário apresentar um documento que comprove a idade. A equipe de saúde também avaliará o histórico vacinal antes da aplicação.

Quando necessário, a vacinação poderá ser realizada no domicílio, garantindo mais acesso e comodidade para quem precisa.

Vacinar é um gesto de proteção e cuidado com a vida! Compartilhe essa informação com familiares e amigos. 


Fonte: Prefeitura de São Lourenço da Mata

ENTREGA MENSAL DO PROGRAMA DA CESTA BÁSICA

 A Prefeitura de São Lourenço da Mata continua realizando a entrega mensal do Programa Municipal de Cesta Básica para as famílias em situação de vulnerabilidade social, no município. As entregas das áreas I e ll serão feitas na terça-feira dia 27 de outubro, no Ginásio de Esportes Pereirão e para os moradores de Tiúma no CRAS Tiúma. Sendo área I das 8h às 12h e área ll das 13h às 16h, respectivamente.

Já na zona rural, as entregas serão feitas no dia 28 de outubro, na quarta-feira, no CRAS Matriz da Luz, das 8h às 16h e em Lages, das 13h às 16h no anexo do CRAS Matriz em Lages.

Neste mês de outubro, mais famílias estão sendo beneficiadas. 

Confira 




Fonte: Prefeitura de São Lourenço da Mata

Onde está o ex-ministro de Lula neste segundo turno?

 


Deputado federal reeleito, e ex-ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho , cumpriu um papel importantíssimo nessa campanha de segundo turno do presidente Lula: tirar uma foto com um chapéu na cabeça e postar no seu instagram. Desde a sua reeleição em 4 de outubro, Silvio Costa Filho simplesmente "sumiu" das redes e dos eventos de campanha.



E olhe que usou e abusou durante toda a campanha da alcunha de "ministro de Lula", mas está faltando pouca ação de sua parte pela reeleição do seu ex-chefe até março deste ano.



Vamos ver se a partir desta semana aconteceu alguma reação mais energética por parte do ex-ministro de Lula que comanda o Republicanos em Pernambuco. O partido, nacionalmente já optou por Flávio Bolsonaro para presidente, embora por aqui, segundo o próprio Silvio o partido esteja com Lula.



Por enquanto Lula está levando como garantia apenas as letras partidárias e a foto de Silvio Costa Filho com o chapéu.



De olho


O Republicanos que tinha Silvio Costa Filho como Ministro de Portos e Aeroportos do Governo Lula e ainda mantém essa pasta sob o comando de Tomé França, já está de olho em um futuro ministério de um provável governo de Flávio Bolsonaro. 



Prestígio


Vale lembrar que na gestão Lula 3, Silvio Costa Filho foi o deputado federal mais prestigiado pelo Governo Federal. Assumiu o Ministério de Portos e Aeroportos (o que deu a ele uma enorme visibilidade durante boa parte de seu mandato). Além disso, contou com declarações de Lula em favor de uma candidatura sua ao Senado em diversos eventos públicos.



Ousadia


Silvio Costa chegou a dizer em diversas entrevistas que ele seria o nome escolhido para compor a chapa com João Campos ao Senado. Não foi porque não teve muita coragem para tal feito, ainda mais depois que praticamente fechou apoio (e desfez) com a governadora Raquel Lyra no começo de março deste ano.



Questão de honra


O correto seria Silvio Costa Filho estar nas ruas, pedindo votos para o presidente já que o seu sucessor no Ministério é um indicado seu, o que mostra que Lula lhe deu um voto de confiança enorme. Mas a ação por parte de Silvio não condiz com o tamanho do espaço dado por Lula.



Na conta


Já no primeiro turno das eleições, diversos prefeitos que estavam aliados a João Campos (PSB) para governador, terminaram deixando o apoio justamente pela péssima condução de algumas figuras do Republicanos ainda na fase da pré-campanha. Principalmente na mata sul. 



Diferente 


O deputado federal e presidente estadual do PT, Carlos Veras, disse ontem que o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), está participando ativamente da campanha de Lula neste segundo turno. O socialista esteve um pouco afastado na semana passada porque estava com a esposa, a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP), auxiliando nos cuidados com sua sogra que precisou ser hospitalizada no final do primeiro Ontem, o socialista voltou com todo gás, participando de reuniões em Brasília com dirigentes de partidos que apoiam Lula.



De todos


Durante entrevista à Rádio Folha ontem, a senadora eleita Marília Arraes (PDT), disse que será a senadora de todos e que os pernambucanos podem contar com ações de seu mandato em todos os municípios. "Onde tive e onde não tive apoio do prefeito" afirmou Marília. 



Fonte : Blog do Silvinho.

Marília Arraes se projeta no cenário nacional

 


Um dia após ter sido eleita senadora por Pernambuco, com mais de 2,3 milhões de votos, Marília Arraes (PDT) participou de uma reunião com o presidente Lula (PT) e outras lideranças do campo progressista para discutir estratégias e os próximos passos da campanha do petista no segundo turno.



Em Brasília, aproveitou a agenda para se reunir com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e visitar o Senado, onde recebeu elogios do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (UB-AP). Poucos dias depois, esteve ao lado do presidente da República em Natal, durante um ato de campanha de Cadu de Lula (PT), candidato ao Governo do Rio Grande do Norte.



Com a escassez de novas lideranças na esquerda, a movimentação de Marília Arraes para além das fronteiras pernambucanas amplia sua presença nas articulações nacionais e a aproxima de debates estratégicos do país. Conhecida como a “Casa da Maturidade”, o Senado representa um novo espaço para a atuação política da pedetista, que chega ao Congresso com votação expressiva e experiência acumulada em outras disputas eleitorais.



Agenda pública – Após passar os últimos dias ao lado da esposa, Tabata Amaral (PSB), que acompanhava a mãe internada na UTI, João Campos (PSB) esteve na Catedral Basílica de Aparecida com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Na ocasião, o casal celebrou a recuperação da sogra do ex-prefeito e expressou gratidão à padroeira do Brasil pela bênção recebida.



Isenção – O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) defendeu a imparcialidade da Justiça Eleitoral e a liberdade de expressão. A declaração foi feita nesta segunda (12), na Catedral Basílica de Aparecida, após decisões divergentes no TSE sobre a suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”.



Exposição – Com o objetivo de desgastar o adversário, os programas do presidente Lula (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) no horário eleitoral têm priorizado os ataques. As propostas de governo dividem a atenção com o confronto, enquanto as duas campanhas procuram reforçar suas narrativas e questionar a credibilidade do opositor.



Mobilização – A campanha de Lula (PT) tem crescido nas ruas e nas redes sociais. Influenciadores e artistas estão cada vez mais engajados na batalha para converter votos e convencer quem não votou no primeiro turno a comparecer às urnas no dia 25 de outubro. O esforço já tem refletido em levantamentos do início desta semana.



Neutralidade – O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, que também disputou o Planalto, orientou os filiados a votarem nulo no segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O dirigente obteve 15.024 votos, ficando em último lugar.



Fonte : Blog Cenário.

Integrantes do PL descartam apoiar reeleição de Hugo Motta na Câmara

 


O PL (Partido Liberal) descarta, por ora, apoiar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na disputa pela reeleição no comando da Casa em 2027.



Embora integrantes do PL, como o atual líder da bancada, Sóstenes Cavalcante (RJ), tenham planos de ser presidente da Câmara um dia, o partido está aberto a uma composição com o centrão para buscar um acordo que assegure a eleição de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado.



Integrantes da sigla precificam que dificilmente terão os dois comandos no Legislativo federal e estão abertos a negociar a possibilidade de apoiar um nome de fora do PL na Câmara.



A preço de hoje, a maioria no Senado tem prioridade pela visão bolsonarista de que é preciso encaminhar a abertura de pedidos de impeachment contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).



Bolsonaristas se queixam sobre o posicionamento político de Hugo Motta no cenário presidencial e afirmam que não há possibilidade de a bancada apoiar Hugo.



O republicano endossa a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, mesmo após o posicionamento do próprio partido de apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, manteve-se fiel ao compromisso com o petista.



O Republicanos, no entanto, pretende manter apoio à candidatura de Hugo no ano que vem.



Fonte : Blog da CNN.

Vantagem de Flávio Bolsonaro pode alcançar 7,4 milhões de votos

 


A pesquisa DataTrends divulgada no último domingo (11) apresenta uma diferença de 6,2 pontos percentuais entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. Considerando os votos válidos, o senador aparece com 53,1%, enquanto o presidente registra 46,9%. Convertida em números absolutos, numa simulação com 120 milhões de votos válidos, essa distância representa aproximadamente 7,44 milhões de votos.



A dimensão desses números ganha significado quando comparada à eleição presidencial de 2022, quando Lula derrotou Jair Bolsonaro por apenas 2.139.645 votos. Naquela ocasião, o petista conquistou 60.345.999 votos, equivalentes a 50,90% dos válidos, enquanto Bolsonaro recebeu 58.206.354 votos, correspondentes a 49,10%. A diferença percentual foi de somente 1,8 ponto, demonstrando o equilíbrio daquele resultado eleitoral.



A distância de 7,44 milhões de votos calculada a partir do DataTrends seria, portanto, aproximadamente três vezes e meia a vantagem que garantiu a vitória de Lula há quatro anos. Trata-se, entretanto, de uma comparação entre um resultado efetivamente registrado nas urnas e uma projeção matemática baseada nas intenções de voto captadas por uma pesquisa.



O levantamento DataTrends ouviu 2 mil eleitores em todo o território nacional entre os dias 7 e 9 de outubro. A pesquisa possui margem de erro de 2,19 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03576/2026.



Outro aspecto da disputa é a distribuição regional das intenções de voto. O Nordeste permanece como uma região de expressiva concentração de apoio ao presidente Lula, enquanto Flávio Bolsonaro apresenta percentuais superiores aos do petista em outras partes do país. Esse comportamento regional também esteve presente na eleição de 2022, quando o desempenho nordestino de Lula contribuiu decisivamente para sua votação nacional.



Os números divulgados por outros institutos ajudam a contextualizar o levantamento. O Datafolha registrou 52% para Flávio e 48% para Lula nos votos válidos. Já o AtlasIntel/Bloomberg apontou 52,8% contra 47,2%. As pesquisas apresentam diferenças metodológicas e amostrais, mas permitem observar os percentuais medidos durante a primeira semana da campanha de segundo turno.



Há ainda uma variável importante: o comparecimento eleitoral. Em 2022, foram contabilizados aproximadamente 118,55 milhões de votos válidos. Uma eventual mudança na participação dos eleitores em 2026 modificaria diretamente a conversão dos percentuais das pesquisas em números absolutos.



A eleição está marcada para 25 de outubro, e os levantamentos realizados até lá poderão registrar alterações nas intenções de voto. A comparação com 2022 oferece uma dimensão histórica dos números atuais, sem transformar a pesquisa em resultado antecipado.



Por enquanto, os dados mostram duas realidades distintas: uma vitória de Lula por pouco mais de dois milhões de votos em 2022 e uma diferença estimada de 7,44 milhões de votos no cenário matemático construído a partir da pesquisa DataTrends de outubro de 2026.



Cinco contra um – A liderança de Flávio Bolsonaro no segundo turno deixou de ser um resultado isolado. Levantamento publicado pelo Poder360 mostra que o candidato do PL aparece numericamente à frente de Lula em cinco das seis pesquisas nacionais mais recentes. A convergência dos institutos amplia a pressão sobre o Planalto, que precisa encontrar uma estratégia para reverter a vantagem do adversário nos 13 dias restantes de campanha.



Neutralidade estratégica – Reeleita no primeiro turno com 53,3% dos votos válidos, Raquel Lyra decidiu não declarar apoio a Lula nem a Flávio Bolsonaro. A governadora revelou que foi procurada pelas duas campanhas e sinalizou disposição para manter relações institucionais com qualquer vencedor. A posição preserva sua autonomia política e evita que a disputa nacional interfira na construção de seu segundo mandato em Pernambuco.



A batalha pelas periferias – A campanha de Flávio Bolsonaro identificou nas periferias de São Paulo uma oportunidade para ampliar sua vantagem nacional. O senador reuniu 37 dos 55 vereadores da capital paulista e pediu mobilização eleitoral. Embora Lula tenha vencido na cidade no primeiro turno, Flávio ganhou no conjunto do estado. A estratégia consiste em reduzir a vantagem petista nos bairros populares e consolidar São Paulo como um dos principais contrapesos à votação de Lula no Nordeste.



Semana decisiva para os institutos – A corrida presidencial terá uma sequência de novas pesquisas nacionais nesta semana, incluindo levantamentos de BTG/Nexus, PoderData, Quaest e Datafolha. Os resultados permitirão avaliar se a vantagem de Flávio Bolsonaro, apontada pelo DataTrends em 53,1% dos votos válidos contra 46,9% de Lula, está consolidada ou se o presidente começa a demonstrar capacidade de recuperação. A comparação entre institutos será um dos principais termômetros políticos da reta final.



Inocente quer saber – A virada de Lula é possível ou será apenas um devaneio?



Fonte : Blog do Edmar Lyra.

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

DataTrends: Flávio abre vantagem, e Nordeste evita distância ainda maior para Lula

 


A pesquisa nacional do Instituto DataTrends, divulgada neste domingo, trouxe elementos importantes para compreender o cenário da sucessão presidencial a apenas 14 dias do segundo turno. O levantamento aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53,1% dos votos válidos, contra 46,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), uma diferença de 6,2 pontos percentuais. Os números reforçam o quadro de vantagem do senador nas pesquisas deste início de segundo turno.



O resultado do DataTrends converge com outros levantamentos nacionais. O PoderData/Aya apresentou Flávio com 53% e Lula com 47%, enquanto o Datafolha registrou 52% a 48%. Essa convergência merece atenção, embora existam diferenças metodológicas entre os institutos e pesquisas com resultados distintos.



Um aspecto relevante é que Flávio Bolsonaro chegou ao segundo turno depois de conquistar 47,03% dos votos válidos na primeira etapa, contra 45,16% de Lula. A distância entre os dois candidatos, inferior a dois pontos percentuais nas urnas, aparece ampliada no levantamento DataTrends, indicando uma configuração diferente das intenções de voto após a eliminação dos demais concorrentes.



O recorte regional ajuda a explicar esse cenário. Flávio aparece numericamente à frente em quatro das cinco regiões brasileiras. No Centro-Oeste, registra 64%, contra 26% de Lula. No Sul, são 60% a 34%. No Sudeste, 57% a 36%, enquanto no Norte a diferença é de 51% a 40%.


O Nordeste permanece como principal sustentáculo eleitoral do presidente. Na região, Lula alcança 67% das intenções de voto, contra 29% de Flávio. Trata-se de uma diferença expressiva, que contribui para reduzir a distância nacional entre os dois candidatos. A distribuição regional mostra, portanto, um país com comportamentos eleitorais bastante distintos.



Outro dado significativo envolve a avaliação do governo federal. Segundo o DataTrends, 53% dos entrevistados desaprovam a administração Lula, enquanto 45% aprovam. Além disso, 39% consideram o governo ruim ou péssimo, diante de 32% que o classificam como ótimo ou bom. Esses indicadores ajudam a contextualizar o ambiente político enfrentado pelo presidente em sua tentativa de reeleição.



Entre os jovens de 16 a 24 anos, Flávio registra 60,2%, contra 30,9% de Lula. Já entre os eleitores com 60 anos ou mais, o presidente aparece numericamente à frente, demonstrando diferenças importantes entre as gerações.



A duas semanas da votação, o conjunto das pesquisas coloca Flávio Bolsonaro em posição numericamente vantajosa. Entretanto, a eleição permanece aberta, com debates, campanhas e mobilização eleitoral ainda capazes de alterar o quadro.



A fotografia apresentada pelo DataTrends é clara: o senador inicia a reta final à frente nas intenções de voto, enquanto Lula procura reduzir a diferença até 25 de outubro. O comparecimento às urnas e a capacidade de conquistar eleitores serão determinantes para o resultado.



Repercussão nacional – A pesquisa DataTrends para a presidência da República teve grande repercussão ontem após a sua divulgação. Vários sites de dimensão nacional divulgaram, assim como veículos regionais em todo o país mostraram os números do levantamento. O DataTrends ainda realizará mais duas rodadas até o segundo turno presidencial.




Alerta vermelho no Planalto – A pesquisa nacional do Instituto DataTrends, divulgada neste domingo, acendeu o sinal de alerta no Palácio do Planalto ao apontar Flávio Bolsonaro com 53,1% dos votos válidos, contra 46,9% de Lula. O levantamento convergiu com os números do PoderData e do Datafolha, que também registraram vantagem do senador na disputa presidencial. A apenas 14 dias do segundo turno, a coincidência dos resultados reforça a percepção de um cenário eleitoral desafiador para o presidente, que precisará reduzir a diferença apontada pelas pesquisas na reta final da campanha.



Desaprovação de Lula – A pesquisa nacional do Instituto DataTrends, divulgada neste domingo, aponta que 53% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 45% aprovam. Além disso, 39% classificam a administração federal como ruim ou péssima, contra 32% que a consideram ótima ou boa. A apenas 14 dias do segundo turno, os indicadores de desaprovação representam um desafio adicional para a campanha do presidente, que busca ampliar suas intenções de voto.



Inocente quer saber – O que Lula fará para reverter a desvantagem aferida pelo DataTrends?



Fone : Blog do Edmar Lyra.

Miguel Coelho sinaliza apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

 


O ex-prefeito de Petrolina e dirigente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, sinalizou apoio ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). No domingo (11), ele compartilhou nas redes sociais uma publicação sobre a pesquisa Ipespe que apontou o senador à frente de Lula (PT) na disputa do segundo turno. A movimentação foi noticiada pelo blog de Nill Júnior como uma confirmação de apoio. 



A publicação compartilhada por Miguel destacava o resultado de 52,7% para Flávio e 47,3% para Lula nos votos válidos. O levantamento Ipespe/Abrapel ouviu 1.500 pessoas entre 6 e 8 de outubro e tinha margem de erro de 2,6 pontos percentuais. 



O gesto ocorre após a federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, anunciar apoio a Flávio no segundo turno. Em Pernambuco, o prefeito de Petrolina, Simão Durando, e o deputado federal Fernando Filho, irmão de Miguel, também participaram de agendas com o presidenciável em Brasília. 



Em 2022, Miguel Coelho também declarou voto em Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial. A disputa deste ano entre Flávio Bolsonaro e Lula está marcada para 25 de outubro. 



Fonte : Blog do Mário Flávio.

Marília foca o Senado e descarta disputar Recife em 28

 


A senadora eleita Marília Arraes (PDT), em entrevista ao Ponto de Encontro, descartou disputar a Prefeitura do Recife em 2028 e fez um gesto ao prefeito Victor Marques (PSB), reconhecendo sua contribuição para a vitória na capital. Ao dividir os méritos do resultado, destacou que a votação não foi apenas fruto de sua história com a cidade e do apoio recebido.



Marília afirmou que a eleição de poucas senadoras progressistas reforça a importância de sua presença em Brasília na defesa dessas pautas. Também ressaltou que vai morar na capital federal, sinalizando que sua prioridade será o mandato no Senado, e não a construção de uma candidatura municipal.



A declaração contraria os prognósticos de quem enxergava no mandato de oito anos a segurança necessária para uma disputa pelo Recife, inclusive pelo PSB. Embora o cenário possa mudar até 2028, o recado de agora favorece o atual prefeito e coloca a atuação nacional no centro do projeto político de Marília.



GESTO A RAQUEL – A senadora eleita Marília Arraes afirmou que já procurou a governadora Raquel Lyra para colocar seu mandato à disposição de Pernambuco. Marília também anunciou que vai propor a criação de um comitê permanente para discutir os recursos destinados ao estado e acompanhar as ações em favor dos pernambucanos.



FORMAÇÃO DA CHAPA – Na mesma entrevista, a senadora eleita Marília Arraes afirmou que tentaram retirá-la da chapa até a véspera da convenção e citou uma articulação da Frente Popular com o deputado Eduardo da Fonte. Na avaliação de Marília, a formação de uma chapa mais à esquerda foi decisiva para sua vitória nas urnas.



ALÍVIO – A declaração de Marília Arraes de que está fora da disputa pela Prefeitura do Recife em 2028 trouxe alívio à Frente Popular. Após a expressiva votação na capital, uma eventual candidatura da senadora eleita era vista como um desafio aos planos do grupo.



FRASE DO DIA: “O povo não pode pagar porque não fui eleita no palanque dela. Vou destinar emendas para o estado, sobretudo para a saúde e segurança pública”, disse a senadora Marília Arraes, sobre a relação com a governadora Raquel Lyra.



RÁPIDAS



MOBILIZAÇÃO – A esquerda realizou neste domingo um grande evento em apoio à candidatura de Lula. Lideranças do PT, entre elas Carlos Veras, comandaram a mobilização em favor do presidente neste segundo turno.



VANTAGEM NAS PESQUISAS – Os primeiros levantamentos do segundo turno, divulgados pelo Datafolha e pelo PoderData, do Poder360, apontam vantagem para o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.



PREGANDO PARA CONVERTIDOS – A campanha de Lula ainda não conseguiu dar uma guinada na comunicação para furar a bolha da própria esquerda, atrair indecisos e conquistar eleitores fora de sua base. A dificuldade acende o alerta vermelho neste segundo turno.



PINGA-FOGO: Lula vai conseguir reverter o cenário neste 2º turno?



Fonte : Blog do Elielson.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Datafolha: Flávio Bolsonaro, 49%; Lula, 45%

 


A primeira pesquisa Datafolha do 2º turno mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula (PT). O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais.



Flávio Bolsonaro (PL): 49%


Lula (PT): 45%


Em branco/nulo/nenhum: 5%


Indecisos: 1%



O Datafolha divulgou também os resultados que consideram apenas os votos válidos. Para chegar a esses números, o instituto exclui da conta quem declara voto nulo ou em branco e os indecisos. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições.



Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 52%, contra 48% de Lula. A pesquisa é a primeira divulgada pelo Datafolha no período de 2º turno da eleição presidencial.



O Datafolha ouviu 2.520 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-0949/2026.



Conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Flávio Bolsonaro terminou o 1º turno com 47,03% dos votos, contra 45,16% de Lula. A diferença entre eles foi de cerca de 2,2 milhões de votos. Veja os dados completos da apuração.



Fonte : Blog do Mário Flávio.

Mesmo reeleito, Lula não governa

 


Os ventos do viés conservador que varrem a América do Sul atingiram fortemente o Brasil. Sai hoje a primeira pesquisa para presidente neste segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Traz a sinalização dessa ventania que já passou pelo Congresso e pode chegar ao Executivo com uma possível vitória do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.


Abertas as urnas no domingo passado, o Brasil assistiu, atônito, à nova fotografia direitista do Congresso Nacional: a esquerda elegeu apenas 124 deputados, o equivalente a 24,2% da Casa. O centro, 86, ou 16,8%, enquanto a direita será amplamente majoritária, com 303 cadeiras, correspondentes a 59,1% da Câmara.



O PL (Partido Liberal) de Flávio Bolsonaro elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados, com 121 deputados. O número corresponde a 24% das 513 cadeiras da Casa. O PT do presidente Lula terá a segunda maior bancada, com 70 eleitos. Em seguida, aparecem União Brasil, com 46; PSD, com 43, e PP (Progressistas) e Republicanos, com 41 cada.



O MDB (Movimento Democrático Brasileiro) elegeu 36 deputados, enquanto o Podemos teve 27. Na sequência, com mais eleitos, aparecem PSB (Partido Socialista Brasileiro), com 15; PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), com 14; PCdoB (Partido Comunista do Brasil) e PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), com 11 cada; e Novo, com 10.



Completam as 513 cadeiras o PV, com 7 eleitos; PDT, com 6; Avante e PRD, com 5 cada; Solidariedade, com 2; e Rede e Missão, com 1 cada. No Senado, não foi diferente. A direita conseguiu eleger 33 senadores, dos quais 19 do PL, ampliando a bancada no Senado para, pelo menos, 50 cadeiras, das 81 existentes.



Alguns partidos considerados de centro, porém, tendem a votar mais à direita, o que pode ampliar a capacidade de aprovação de projetos que ataquem direitos humanos, sociais e trabalhistas. Além do PL, que fez a maioria, aparece na sequência o MDB, com 6. Depois vêm: PP, União Brasil, PSB e Novo, com 3 senadores eleitos cada um. Republicanos, PSD, PSDB e Podemos elegeram 2 cada. PDT e Rede elegeram 1 cada. O PT elegeu apenas seis senadores.



Com este novo Congresso, se vier a ser eleito, Lula perderá todas as condições de governar, a não ser que entregue metade dos seus ministérios ao Centrão. Mas resta saber se os conservadores topariam!



XANDÃO QUE SE CUIDE – Para aprovar projeto de lei por maioria absoluta, são necessários os votos de 41 dos 81 senadores. Já para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), 49 votos, o equivalente a três quintos dos senadores, em duas votações. Nos julgamentos de impeachment, são necessários 54 votos, ou dois terços do Senado. Se Flávio derrotar Lula, os três ministros do STF envolvidos no escândalo do Banco Master, a começar por Alexandre de Moraes, o Xandão, que se cuidem: a direita já tem os 54 votos necessários para aprovar a degola deles.



Valdemar Costa Neto pirou – O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, andou dizendo que Jair Bolsonaro seria um “forte candidato” a presidente da República em 2030. Não há a menor chance de isso acontecer, exceto se Valdemar estiver sugerindo que Flávio não sairá vitorioso no segundo turno. Motivo: de acordo com a Constituição, um parente de primeiro grau não pode se candidatar para suceder o incumbente. É a chamada inelegibilidade reflexa estabelecida pelo artigo 14 da Constituição de 1988. A regra determina que o cônjuge e os parentes consanguíneos até o segundo grau do presidente da República, governador ou prefeito são inelegíveis.



Lula apela pelas redes – O presidente Lula, candidato pelo PT à reeleição, publicou, ontem, um vídeo gravado por ele mesmo, em estilo selfie, pedindo que apoiadores saiam às ruas para conversar com eleitores indecisos. “Vamos ganhar estas eleições para não permitir que o retrocesso volte para esse país”, disse. O apelo vem depois de o petista terminar o primeiro turno, no domingo, com 2,3 milhões de votos a menos que o senador Flávio Bolsonaro (PL). Integrantes da campanha do PT passaram a defender maior presença do presidente nas redes sociais, e o comitê recrutou jovens eleitos e 


influenciadores para uma força-tarefa digital. O segundo turno será no próximo dia 25.



O retrato das urnas em Pernambuco – A governadora Raquel Lyra (PSD) foi a mais votada em 133 dos 184 municípios (71,89% das cidades do estado), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. A pessedista recebeu 2.805.438 votos, o equivalente a 53,27% dos válidos, contra 2.360.469 (44,82%) de João, uma diferença de 8,45 pontos percentuais. A vantagem também se refletiu no Grande Recife, onde Raquel venceu em 11 das 15 cidades da região: Abreu e Lima, Araçoiaba, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno e Paulista.



Em cima do muro – A governadora reeleita Raquel Lyra (PSD) confirmou, ontem, que foi procurada pelas campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL). Na ocasião, reafirmou que vai manter-se neutra no segundo turno da disputa presidencial. “É natural que, num momento como esse, sendo reeleita, tenha sido procurada por ambas as campanhas, a quem eu tenho agradecido a solidariedade, porque todo mundo chega parabenizando pela reeleição, e eu dou toda minha gratidão aos trabalhadores do governo do estado de Pernambuco, aos nossos prefeitos e prefeitas, deputados, deputadas, nossos senadores, mas sobretudo à população do nosso estado”, disse. “Mas reiterei a todos os que me procuraram que vou manter equidistância da eleição”, completou.



CURTAS



REVISÃO – O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), não pretende analisar antes do segundo turno das eleições o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a assessoria do ministro, Nunes Marques considera que uma decisão sobre o caso neste momento poderia interferir no processo eleitoral.



SEM PARECER – A avaliação, no entanto, não significa que o pedido será necessariamente analisado imediatamente após o segundo turno. O processo ainda aguarda parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) e precisará estar concluso para que o relator possa avançar na análise.



APÓS ELEIÇÃO – O ministro Kassio Nunes Marques tem afirmado que não vai analisar o caso antes da eleição por considerar que isso pode interferir no processo eleitoral. Isso deve ser avaliado somente após o segundo turno, o que não significa imediatamente depois. É preciso aguardar o processo estar concluso, informou a assessoria do ministro.



Perguntar não ofende: É aceitável um governante estadual não se posicionar numa eleição presidencial?



Fonte : Blog do Magno Martins.

São Lourenço x Camaragibe: números revelam força extraordinária de Vinícius Labanca nas urnas

 


Uma análise dos resultados das eleições proporcionais em São Lourenço da Mata e Camaragibe revela diferenças significativas no desempenho político dos prefeitos Vinícius Labanca e Diego Cabral.



Mesmo apoiando João Campos, derrotado na disputa pelo Governo de Pernambuco, Vinícius Labanca demonstrou uma extraordinária força eleitoral. Além de garantir a maior votação proporcional para João entre os municípios pernambucanos com mais de 100 mil habitantes, conseguiu fazer de seus dois candidatos proporcionais os mais votados da cidade.



Silvio Costa Filho conquistou 10.085 votos (16,19%), repetindo a liderança para deputado federal. Já Eriberto Filho alcançou 9.177 votos (cerca de 15%), mais que o dobro da votação do segundo colocado na disputa estadual.



Em Camaragibe, o prefeito Diego Cabral, aliado da governadora Raquel Lyra, apoiou João de Nadegi para deputado estadual e Daniel Coelho para federal.



João de Nadegi, que tem a vantagem de ser filho da terra, obteve 14.482 votos (15,22%), percentual praticamente idêntico ao de Eriberto Filho em São Lourenço.



A grande diferença apareceu na disputa federal. Daniel Coelho conquistou apenas cerca de 6.660 votos (7%), menos da metade do percentual alcançado por Silvio Costa Filho em São Lourenço, além de não conseguir se eleger.



Os números são reveladores. Enquanto Diego Cabral apresentou força eleitoral concentrada na disputa estadual, Vinícius Labanca demonstrou uma impressionante capacidade de mobilização e transferência de votos nas três disputas: governador, deputado federal e deputado estadual.



Mesmo diante de um resultado estadual desfavorável, Vinícius Labanca saiu das urnas fortalecido, consolidando sua liderança e protagonizando um dos desempenhos políticos mais expressivos da eleição em Pernambuco.



Fonte : Assessoria de Comunicação.

Batista vira fenômeno nas urnas e amplia domínio dos Cabral na Alepe


 A Família Cabral garantiu a manutenção de seu protagonismo na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) com a eleição de Batista Cabral (PSB). Com expressivos 73.907 votos, surgindo como um fenômeno nas urnas, ele não apenas assegurou uma cadeira na Casa de Joaquim Nabuco, como também alcançou a maior votação já obtida por um integrante da família em uma eleição para deputado estadual.



É importante destacar que, dos mais de 73 mil votos conquistados por Batista, 31 mil vieram do Cabo de Santo Agostinho, município governado pelo seu irmão, Lula Cabral. O desempenho expressivo no reduto eleitoral da família foi determinante para o resultado histórico.



A nova vitória consolida uma trajetória iniciada em 1998, quando Lula Cabral foi eleito pela primeira vez para a Alepe. De lá para cá, os “Cabral” construíram uma presença contínua no Legislativo Estadual, com a passagem de Lula Cabral, Everaldo Cabral e Fabíola Cabral pela Casa.



Com Batista Cabral, a família assegura presença na Alepe até 2030, mantendo uma trajetória que chegará à 32 anos de cadeira cativa no Legislativo pernambucano.


Lula Cabral foi deputado estadual por quatro mandatos, enquanto Everaldo e Fabíola também ocuparam assentos na Assembleia. Agora, Batista chega com uma votação histórica para o grupo, reforçando o peso eleitoral e político da família.



A eleição de Batista representa, portanto, mais do que a renovação de um mandato: é a continuidade de um dos mais longevos grupos familiares da política pernambucana dentro da Alepe, com um novo integrante assumindo a responsabilidade de manter vivo um legado que se aproxima de três décadas de presença no Legislativo Estadual.



Vale destacar que o protagonismo dos “Cabral” também se estendeu ao Senado, com Abel Neto sendo emplacado na primeira suplência de Marília Arraes. Com esse conjunto de vitórias, o grupo reafirma sua posição de liderança e consolida uma como uma relevante “grife” política no tabuleiro estadual.



Fonte : Blog Ponto de Vista.